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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 48 horas para a Meta esclarecer acusações de seletividade algorítmica contra postagens da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Por Robson Silva Moreira
Decisão do TSE e solicitações
O ministro Marco Aurélio Bellizze determinou que a Meta informe se houve restrições na distribuição de conteúdo postado no perfil de Lula, exclusões de recomendação e restrições de bloqueios geográficos.
Resposta da Meta
A Meta reconheceu problemas técnicos e afirmou que as alegações da campanha de Lula são falsas. A plataforma disse que cumpre as normas eleitorais e está comprometida com a isonomia no uso de suas plataformas.
Denúncia da campanha de Lula
A campanha de Lula citou cinco episódios de suposta interferência da Meta, incluindo impedimento de impulsionar conteúdos no Instagram e interrupção no número registrado de visualizações.
Investigação sobre perfis falsos
O TSE também determinou que a Meta informe se tomou providências para apurar a ocorrência de 255 perfis falsos, gerados por inteligência artificial, que alcançaram cerca de 58 milhões de visualizações e geraram ataques ao presidente e à primeira-dama.


