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O setor de prestação de serviços não financeiros empregou 15,9 milhões de pessoas em 2024, com uma média salarial de 2,2 salários mínimos mensais. A pesquisa do IBGE revela a relevância desse segmento para a economia brasileira.
Por Robson Silva Moreira
Ramo de alimentação lidera empregos no setor
O ramo de atividades de alimentação, que inclui restaurantes, bares e bufês, foi o maior empregador do setor de serviços não financeiros em 2024. Esse segmento absorveu 1,9 milhão de pessoas, representando 11,7% da mão de obra total do setor.
Serviços técnico-profissionais em segundo lugar
Em seguida, aparecem os serviços técnico-profissionais, com 1,8 milhão de pessoas empregadas, o que corresponde a 11,2% dos postos de trabalho no setor. Essa categoria inclui empresas de consultorias em informática, auditoria, contábeis e escritórios jurídicos.
Receita operacional líquida e contribuição ao PIB
As empresas de serviços não financeiros somaram uma receita operacional líquida de R$ 3,5 milhões em 2024 e adicionaram R$ 2,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor é fundamental para a economia brasileira, gerando renda e valor significativo.
Diferenças salariais entre os setores
O salário médio mensal no setor de serviços em 2024 foi de 2,2 salários mínimos. No entanto, há grandes variações entre as atividades. O transporte dutoviário liderou o ranking de remunerações, com uma média de 21,1 salários mínimos, seguido pelo transporte aquaviário, com 6,9 salários mínimos.


