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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a manutenção de 80% do efetivo de trabalhadores dos Correios durante a greve da categoria, que começou na última quinta-feira. A decisão foi proferida pelo presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho.
Por Robson Silva Moreira
Decisão do TST e impacto nas eleições
O presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho, entendeu que o serviço prestado pelos Correios é essencial e que a greve pode impactar nas eleições de 2026. A decisão foi tomada após a estatal recorrer ao tribunal para garantir o funcionamento mínimo da empresa, que considera a greve abusiva.
Motivação da greve e impasse com a estatal
Os trabalhadores dos Correios entraram em greve buscando a aprovação do acordo coletivo de trabalho 2025/2026. Os sindicatos da categoria contestam o modelo de restruturação da estatal, que prevê o fechamento de agências e redução de distritos postais. Um dos principais pontos do impasse é o plano de saúde para os trabalhadores, aposentados e suas famílias.
Medidas adotadas pelos Correios para minimizar impactos
Os Correios informaram que acionaram um plano de continuidade de negócios para reduzir os impactos da greve. Entre as medidas adotadas estão a mobilização de empregados administrativos para apoio às atividades operacionais, o remanejamento de veículos e a realização de mutirões para preservar o fluxo logístico.


