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A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em agosto, a menor já registrada para o período desde 2012, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por Robson Silva Moreira
População ocupada atinge recorde
A população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, um aumento de 0,8% em relação ao trimestre anterior, o que representa mais 774 mil trabalhadores. Os setores que mais contribuíram para essa alta foram a indústria geral, com crescimento de 2%, e a construção, com 4,1%.
Carteira assinada e massa salarial também batem recordes
O número de empregados do setor privado com carteira assinada atingiu 39,5 milhões, também um recorde. A massa salarial, somatório dos salários de todos os trabalhadores, alcançou R$ 385,6 bilhões, a maior da série, com crescimento de 1,4% no trimestre e de 4,8% em um ano.
População desocupada e desalentada
A população desocupada terminou o período em 5,8 milhões de pessoas, uma queda de 4,6% na comparação com o trimestre anterior. A população desalentada, que não procura trabalho por acreditar que não vai encontrar, somou 2,4 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e 11,9% menor em relação ao mesmo período de 2025.
Informalidade e contribuição para a previdência
A taxa de informalidade foi de 37,5%, representando 38,8 milhões de pessoas. O Brasil atingiu o maior número já apurado de trabalhadores contribuintes para institutos de previdência, 68,5 milhões de pessoas.


