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O Rock in Rio, que começou nesta sexta-feira (4) na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, reforça seu compromisso com projetos socioambientais, somando R$ 118 milhões investidos e mais de 200 instituições apoiadas em 41 anos de história.
Por Robson Silva Moreira
Parceria com Ação da Cidadania
O festival mantém parceria com o projeto de combate à fome Ação da Cidadania há 25 anos. Nesta edição, a meta é alcançar 2 milhões de pratos de comida. O público pode conhecer mais detalhes ao visitar a área exclusiva construída no Rock in Rio.
O Pratômetro, painel instalado no gramado da Cidade do Rock, mostra em tempo real as doações até o último dia de shows.
Projetos de curto, médio e longo prazo
No curto prazo, o foco é o combate à fome. No médio prazo, a parceria com a organização Gerando Falcões desenvolve o projeto Favela 3D, que busca transformar favelas de pequena escala para melhorar a vida das pessoas.
No longo prazo, o festival investe em projetos ambientais, como a Amazônia Live, que visa a conscientização ecológica e preservação da Floresta Amazônica.
Acessibilidade e inclusão
Nesta edição, o Rock in Rio destina espaço para pessoas com deficiência, com iniciativas de acessibilidade e inclusão. Há uma sala de sensibilização sensorial para acolher neurodivergentes.
A diversidade interna cresce a cada edição, com mais cadeirantes e pessoas com problemas de visão ou audição.
Combate à violência
O festival destaca o enfrentamento à violência de gênero com conteúdos imersivos no Espaço Plural. O Espaço Delas é um local de conexão entre mulheres.
Essas iniciativas reforçam a mensagem de respeito, cuidado e pertencimento, que acompanha a experiência do festival.


