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Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro realizaram uma greve de 24 horas nesta quarta-feira (2) para reivindicar melhores condições de trabalho e reajuste salarial. A paralisação foi aprovada pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) após negociações sem acordo.
Por Robson Silva Moreira
Reivindicações dos professores
Os docentes exigem o pagamento da hora-atividade, trabalhada fora da sala de aula em atividades pedagógicas, gratificação pelo aprimoramento acadêmico, equiparação salarial entre profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, e um reajuste salarial de ao menos 5,5%.
Aumento da carga de trabalho
O diretor jurídico do Sinpro-Rio, Fábio Conde, afirmou que o salário está defasado e que o trabalho fora da sala de aula aumentou, especialmente após a pandemia, com atividades virtuais, uso de plataformas de ensino e adaptação de materiais.
Protesto no Largo do Machado
Nesta quarta-feira, mais de 1 mil professores participaram de um ato no Largo do Machado, no bairro Catete, na zona sul do Rio de Janeiro.
