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A Polícia Civil investiga a morte do engenheiro Marcelo de Oliveira da Rocha, de 30 anos, que foi brutalmente espancado na madrugada de sábado (24) em Santos, no litoral paulista, após participar de um ato político pró-Lula.
Por Robson Silva Moreira
Agressão e morte do engenheiro
Marcelo de Oliveira da Rocha foi abordado por dois homens que exigiram seu celular. Em seguida, mais cinco pessoas se aproximaram e começaram a agredi-lo com socos e chutes. Ele caiu no chão, já sem consciência.
O engenheiro foi socorrido inicialmente na Santa Casa de Santos e depois transferido para o Hospital São Paulo, unidade universitária da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mas não resistiu aos ferimentos.
Investigação da Polícia Civil
A Polícia Civil trata o caso como latrocínio, roubo seguido de morte. Os investigadores utilizam imagens de câmeras de segurança, vídeos compartilhados na internet e depoimentos de testemunhas para identificar os suspeitos.
O objetivo é individualizar a conduta de cada um dos agressores e responsabilizá-los pelo crime.
Reação da Unifesp
Marcelo era formado em engenharia e cursava mestrado na Unifesp. A universidade manifestou pesar e cobrou celeridade na apuração do crime.
Em nota oficial, a Unifesp expressou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Marcelo e exigiu a apuração rigorosa das circunstâncias e motivações da agressão.


