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A Polícia Federal (PF) inaugurou nesta terça-feira (3) o Laboratório de Geoquímica Forense para Rastreabilidade Mineral, em Brasília, com o objetivo de fortalecer o combate ao garimpo ilegal na Amazônia.
Por Robson Silva Moreira
Investimento de R$ 318,5 milhões no Programa Ouro Alvo
O laboratório integra o Programa Ouro Alvo, apoiado pelo Fundo Amazônia, que conta com R$ 318,5 milhões em recursos do fundo, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O programa é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e visa ampliar as ações de inteligência, fiscalização e repressão ao crime organizado na região.
Tecnologia para rastrear a origem do ouro
A nova estrutura permitirá analisar e registrar características de jazidas brasileiras, criando referências científicas para determinar a procedência do minério.
A tecnologia permitirá comparar amostras de ouro apreendido com os registros existentes, fornecendo evidências para investigações e operações de fiscalização.
Parcerias e eixos de atuação
O plano está estruturado em quatro eixos de atuação, envolvendo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e os governos dos nove estados da Amazônia Legal.
O apoio do Fundo Amazônia contempla a estrutura necessária para análise e armazenamento de amostras no centro de referência em perícia criminal vinculado ao Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal.


