Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br. Fonte original: agenciabrasil.ebc.com.br.
A Organização dos Estados Americanos (OEA) informou que está monitorando denúncias de problemas no transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil. Relatos de filas, demora e redução da circulação de ônibus foram registrados em diferentes regiões do país.
Por Robson Silva Moreira
Denúncias de problemas no transporte
A missão de observação eleitoral da OEA afirmou que está acompanhando informações divulgadas pela imprensa e denúncias sobre dificuldades de deslocamento em várias localidades do Brasil. As denúncias incluem filas, demora e redução da frota de ônibus, além de restrições em outros meios de transporte, como voos e barcas no Rio Amazonas.
Ações judiciais em estados como São Paulo e Bahia
Em São Paulo, a coligação Brasil Pronto Pra Mais acionou a Justiça Eleitoral alegando que apenas 60% da frota de ônibus estava em circulação, apesar de uma decisão que determinava a operação de 100% dos veículos. Em Salvador, o TRE-BA determinou a recomposição imediata da frota de ônibus, com frequência equivalente à dos dias úteis e gratuidade para os passageiros.
Relatos de dificuldades em outros estados
Em Sergipe, o DER-SE informou que a gratuidade das passagens estava garantida e que a frota foi reforçada com mais 20 veículos. Houve relatos de dificuldades de deslocamento em outras localidades, incluindo municípios da Região Metropolitana de São Paulo, Teresina, Alagoas e no Rio de Janeiro. No Pará, passageiros relataram dificuldades para embarcar em embarcações com destino à ilha de Marajó.
Papel da missão da OEA
A missão da OEA no Brasil reúne mais de 90 observadores de 23 países, distribuídos por mais de 20 estados e pelo Distrito Federal. Os especialistas analisam aspectos como o uso de recursos tecnológicos, o trabalho da Justiça Eleitoral, as campanhas, a cobertura da imprensa e os índices de violência relacionados ao período eleitoral.


