O Ministério Público Federal (MPF) assegurou o direito de 354 candidatos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) a concorrerem às vagas reservadas para pessoas com deficiência (PCD) nos processos seletivos simplificados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por Robson Silva Moreira — Jornalista Investigativo — Gazeta News Guarulhos
O que foi divulgado
As vagas são para os cargos de agente de pesquisas e mapeamento e de supervisor de coleta e qualidade.
Notícias relacionadas: Dia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola.
Autismo: mulheres são as principais cuidadoras, revela pesquisa.
A procuradora da República Marina Filgueira instaurou a investigação a partir da representação de um candidato diagnosticado com TEA que teve sua inscrição na modalidade PCD indeferida sob o argumento de que seu laudo médico não indicava a data de início da doença, conforme exigido pelo edital.
Para o MPF, a exigência configurava uma barreira intransponível e tecnicamente incompatível com condições congênitas e permanentes do neurodesenvolvimento, apresentando contornos de discriminação técnica e de violação das normas de proteção às pessoas com deficiência. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Para evitar a violação de direitos coletivos, o MPF fez gestões junto ao IBGE e à Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela organização do concurso.
Fonte oficial e acompanhamento
Fonte: Agência Brasil.
Orientação de saúde pública
A pauta de saúde exige atenção porque pode afetar atendimento, prevenção, vacinação, rede pública, hospitais, unidades de saúde e comportamento da população. A prioridade editorial é entregar informação clara, responsável e baseada em fonte identificada.
Como acompanhar
O leitor deve buscar orientação médica quando necessário, verificar comunicados oficiais e evitar decisões baseadas em boatos. A Gazeta News Guarulhos acompanha os desdobramentos e prioriza informações que tenham utilidade pública para famílias e trabalhadores.
