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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo para Nova York, onde participará da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). No discurso de abertura, Lula deve defender o multilateralismo e a reforma do Conselho de Segurança, criticando a dificuldade do órgão em responder a conflitos internacionais.
Por Robson Silva Moreira
Defesa do multilateralismo e da negociação
Lula deve ressaltar a importância do multilateralismo, uma das linhas centrais da política externa brasileira, em um cenário marcado pela multiplicação de conflitos internacionais. O presidente também deverá defender a negociação como caminho para a solução de disputas, o respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.
Reforma do Conselho de Segurança
A reforma das Nações Unidas, em particular do Conselho de Segurança, deve estar entre os temas abordados. O Brasil defende há anos a atualização da composição e do funcionamento do órgão. Lula criticará a dificuldade do Conselho de Segurança em responder aos conflitos internacionais.
Encontros bilaterais e reuniões com líderes internacionais
Lula terá encontros bilaterais com outros chefes de Estado e se reunirá com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Um dos encontros previstos é com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. A agenda presidencial inclui reuniões com líderes do Brics, do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), do G77, do G4, do L69 e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Participação de ministros brasileiros
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, permanecerá em Nova York durante toda a semana e participará de várias reuniões ministeriais. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, também participará de atividades relacionadas à segurança alimentar e cooperação internacional.


