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O Exército brasileiro coordena, entre 21 e 25 de setembro, um exercício de defesa cibernética em Brasília, Rio de Janeiro, Manaus, Belém, Recife, São Paulo e Curitiba. A oitava edição do Guardião Cibernético integra forças armadas, órgãos governamentais e operadores de infraestruturas estratégicas.
Por Robson Silva Moreira
Participação de 14 países e 300 organizações
O exercício Guardião Cibernético contará com a participação de mais de 1,3 mil pessoas de 300 organizações, além de representantes de outros 14 países. A ação é promovida pelo Comando de Defesa Cibernética do Exército, em parceria com a Marinha e a Força Aérea Brasileira (FAB).
Simulação de ataques complexos e coordenados
Os participantes enfrentarão cenários de ataques cibernéticos complexos e coordenados em sistemas digitais semelhantes aos usados pelas organizações envolvidas. O objetivo é fortalecer o sistema nacional e validar planos de contingência diante de ataques virtuais.
Importância estratégica da cibernética para a defesa nacional
A cibernética é um dos três setores estratégicos definidos pela Estratégia Nacional de Defesa (END). O segmento envolve sistemas informatizados que operam computadores, rádios, radares, carros de combate e defesa antiaérea.
Compromisso coletivo com a segurança e a soberania nacional
O Exército destaca que o exercício Guardião Cibernético é um marco de preparação e integração, reafirmando a importância do compromisso coletivo com a segurança e a soberania nacional.


