Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br. Fonte original: agenciabrasil.ebc.com.br.
O dólar comercial fechou setembro com queda de 0,15%, encerrando o pregão de quarta-feira a R$ 5,174. A Ibovespa, por sua vez, subiu 1,37% no dia e acumulou alta de 5,03% no mês.
Por Robson Silva Moreira
Mercado de câmbio reage a dados de inflação dos EUA
O principal fator externo para a queda do dólar foi a divulgação dos dados de inflação dos Estados Unidos. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE) subiu 0,2% em agosto, abaixo da expectativa de alta de 0,3%.
Os dados reduziram as apostas em uma nova elevação dos juros estadunidenses em outubro e pressionaram os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
Ibovespa é impulsionada por ações de bancos e setores domésticos
A bolsa brasileira avançou 1,37% nesta quarta-feira, fechando o mês com alta de 5,03%. O movimento foi impulsionado principalmente pelas ações de bancos e por setores ligados à atividade doméstica.
O ambiente externo também favoreceu os ativos de risco após os dados de inflação dos Estados Unidos virem abaixo das expectativas. O fluxo de capital estrangeiro ajudou a sustentar o desempenho da bolsa ao longo do mês.
Petróleo sobe com tensões no Oriente Médio
Os contratos futuros de petróleo encerraram a quarta-feira em alta. O Brent para dezembro subiu 1,94%, para US$ 98,03 por barril, e o WTI para novembro avançou 1,16%, para US$ 90,42 por barril.
As tensões no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz, mantiveram o mercado atento às possíveis restrições às exportações de diesel e à situação geopolítica da região.


