Influência diplomática de Pequim parece aumentar, enquanto Washington vive possível declínio
Por Robson Silva Moreira
O que foi divulgado
Quando as bombas dos EUA e de Israel começaram a cair sobre o Irã, no final de fevereiro, os líderes da China encaravam a possibilidade muito real de outro regime aliado ser decapitado, tal como tinha acontecido com a Venezuela apenas algumas semanas antes.
O cenário é bastante diferente quase quatro meses depois: os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo provisório após semanas de negociações de paz, mas o regime de Teerã permanece em vigor, e a guerra parece ter exposto os limites do poder americano.
Entretanto, a própria influência diplomática de Pequim pareceu aumentar – uma vez que a China recebeu visitas de vários líderes estrangeiros e se apresentou como um defensor da paz, conquistando repetidos elogios até mesmo do presidente dos EUA, Donald Trump, pela sua resposta à guerra.
Leia Mais China dá apoio ao Irã, mas coloca freios para preservar interesses no Golfo Irã declara que deseja "acordo abrangente" com EUA Acordo de paz com Irã "não foi fácil", diz Trump; China comemora A segunda maior economia do mundo também resistiu melhor à histórica crise energética desencadeada pelo conflito do que muitos dos seus vizinhos – em particular devido às suas copiosas reservas estratégicas de petróleo e à adesão à tecnologia verde e aos veículos eléctricos.
O Ministério das Relações Exteriores da China comemorou o anúncio de um acordo EUA-Irã esta semana, com um porta-voz dizendo que Pequim “está pronto” para desempenhar um papel ativo na “restauração da paz e da tranquilidade” no Oriente Médio.
Fonte oficial e acompanhamento
Fonte: CNN Brasil.
Impacto econômico
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Por que o tema importa
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Por que esta notícia é de alto impacto
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